As nossas Áreas

Com uma equipa especializada nas diferentes áreas e com um suporte tecnológico de ponta, com objectivos de melhoria contínua, o Grupo Clara Saúde oferece um conjunto de serviços disponíveis na esfera de conforto do utente: 

  • Clínicas de Ambulatório
  • Clínicas de Imagiologia
  • Laboratórios de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial
  • Laboratório de Anatomia Patológica


Informação
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APÓS - VACINA IMUNIDADE - ABBOTT | LABOCENTRO

APÓS - VACINA IMUNIDADE - ABBOTT | LABOCENTRO

A ABBOTT em conjunto com o Grupo Clara Saúde (Labocentro) irão apresentar um ensaio SARS-COV-2 IgGII quantitativo que será fundamental para uma avaliação Imunológica induzida pela vacina. A fase do Pós-Vacina é atualmente uma das grandes preocupações a nível mundial. Pela importância e atualidade do tema, iremos realizar um Webinar durante o mês de Fevereiro de 2021, onde serão abordados os seguintes tópicos: SARS-CoV-2 IgG II quantitativo: novo ensaio na família de produtos para avaliação da serologia do SARS-CoV-2;SARS-CoV -2 Cinética e persistência dos anticorpos em circulação;Casos de utilização de testes de serologia;Anticorpos neutralizantes e o seu significado;Comparação com um teste de neutralização;Avaliar a eficácia e duração da vacina com testes serológicos?

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NOVO CENTRO DE DIAGNÓSTICO COVID-19

NOVO CENTRO DE DIAGNÓSTICO COVID-19

No passado dia 1 de Fevereiro de 2021 o Grupo Clara Saúde abriu na Moita mais um Centro de Diagnóstico à COVID-19 Localizado à entrada da zona ribeirinha, no nº 61 da Rua Santos e Silva. A realização do teste à COVID-19 deverá ser agendada previamente. Para marcações, por favor contacte-nos pelos números 961 773 477 e 939 515 974, ou através do e-mail covid19@clarasaude.pt  SEMPRE A PENSAR EM SÍ!

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INFORMAÇÃO TESTES COVID-19

INFORMAÇÃO TESTES COVID-19

Teste Imunidade/Anticorpos Os testes de anticorpos para SARS-CoV-2 destinam-se a detetar anticorpos da classe de imunoglobulinas G e M (IgG e IgM) que surgem após o contacto com o vírus, Servem essencialmente para avaliar a resposta imunológico do hospedeiro à infeção por SARS-CoV-2, verificando a produção de anticorpos.  A presença de anticorpos IgG permite a identificação de pessoas que tenham sido infetadas no passado, que recuperaram da doença e/ou que estejam imunes (ex. vacinação), os anticorpos IgM são detetáveis ainda na fase sintomática do individuo. A determinação dos Anticorpos IgG e IgM desempenham um papel importante na investigação e vigilância do SARS-CoV-2 Teste Diagnóstico É um teste baseado no principio de reação da cadeia da polimerase com amplificação em tempo real RT-PCR, é a técnica de referência para a deteção do vírus SARS-CoV-2 preconizada pela OMS (Organização Mundial de Saúde). Com essa técnica, é possível a identificação do RNA viral do SARS-CoV-2. É uma técnica muito sensível e específica que permite identificar doentes que manifestem ou não sintomas. Testes ao Domicílio Deslocamo-nos ao domicílio para a realização de testes Covid com equipas especializadas e devidamente equipadas para o efeito. Basta contactar os números 210129276 e 961773477 ou enviar um email para covid19@clarasaude.pt

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LABORATÓRIO DE ESTREMOZ

LABORATÓRIO DE ESTREMOZ

O LABOCENTRO JÁ ABRIU EM ESTREMOZ! Realize o despiste COVID-19 e as restantes ANÁLISES CLÍNICAS com a maior comodidade e segurança. Contactos: Rua Victor Cordon, 33 7100-560 Estremoz Telf.: 268 322 201

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Parceria LABOCENTRO e BIOSURFIT na luta contra a COVID-19

Parceria LABOCENTRO e BIOSURFIT na luta contra a COVID-19

A biosurfit é uma empresa 100% portuguesa centrada no desenvolvimento, produção e comercialização de testes de IVD para o mercado do Point-of-Care. A empresa desenvolveu a tecnologia spinit®️, a primeira e única solução tecnologia de diagnóstico capaz de realizar vários testes (hematologia, imunoensaios e química clínica) no mesmo equipamento.  Com base nos 14 anos de experiencia e no enquadramento da situação que o país e o mundo atravessa, a biosurfit reajustou as suas competências e recursos para a realização de meios complementares de diagnostico e prestação de serviços médicos e clínicos, desenvolvendo uma parceria com a Labocentro nas suas Unidades Móveis dedicadas atualmente à deteção de SARS Covid 19 e sua monitorização.  As Unidades Móveis encontram-se localizadas em: Unidade Móvel de Telheiras Morada: Parque de estacionamento do Pingo Doce, Telheiras Azinhaga Ulmeiros, R. Projetada A, 1700-773 Lisboa        Unidade Móvel de Corroios Morada: Parque de estacionamento do Pingo Doce, Corroios Avenida Dom Afonso Henriques, Parque Luso Lote 134, 2855-721 Corroios          Unidade Móvel de Sintra Parque de Estacionamento da Staples, Sintra Estrada Nacional 249 KM 13,5, 2635-046 Rio de Mouro

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PARCERIA LABOCENTRO E 4WORK

PARCERIA LABOCENTRO E 4WORK

O Labocentro em parceria com a 4WORK abriu um novo posto em Lisboa, na rua Sarmento de Beires nº 45 C, 1900-411 Lisboa. Venha realizar as suas Análises Clínicas com a maior comodidade e segurança.

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Intolerância Alimentar

Intolerância Alimentar

Sabe como é que o seu organismo aceita os alimentos que ingere? A resposta poderá ser dada por testes dirigidos para os alimentos que consumimos com maior frequência, que lhe permitem saber quais os alimentos que o seu organismo tolera melhor, razoavelmente e pior. O QUE É A INTOLERÂNCIA ALIMENTAR? O diagnóstico laboratorial de Intolerância Alimentar consiste na deteção de níveis anormais de anticorpos do tipo IgG4 dirigidos contra as proteínas dos alimentos. Após o contacto com as proteínas presentes em certos alimentos, o indivíduo predisposto à intolerância vai desenvolvendo progressivamente um estado de sensibilização às mesmas. A partir desse momento, em novos contactos, esse indivíduo poderá apresentar manifestações clínicas de intolerância devido à sensibilização imunológica. PRINCIPAIS PATOLOGIAS/MANIFESTAÇÕES ASSOCIADAS A INTOLERÂNCIA ALIMENTARExcesso de pesoDistúrbios do sistema gastro-intestinal (obstipação, diarreia, náuseas, cólicas, dor abdominal, síndrome do cólon irritável e síndromes de mal- absorção)Manifestações cutâneas (dermatite, eczema, urticária, acne, celulite, rosácea)Distúrbios psicológicos e psicosomáticos (ansiedade, depressão, fadiga, cansaço fácil e fibromialgia)Distúrbios neurológicos (enxaquecas, enjoos) COMO SE FAZ O TESTE DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR Este teste é feito através de um simples exame de sangue, onde se identificam quais são os alimentos que provocam a intolerância (57 alimentos). Os alimentos testados serão classificados como: Proibidos (alimentos sujeitos a aconselhamento do nutricionista)Pouco aconselháveis (estes alimentos devem ser ingeridos apenas 1 a 2 vezes por semana, fazendo rotação entre eles)Permitidos (estes alimentos podem ser ingeridos sem qualquer limitação). Se após a realização do teste de intolerância alimentar a alimentação obedecer às regras acima referidas, será promovido o bem estar do doente, com melhoria dos sintomas e sinais de intolerância. TESTES DE INTOLERÂNCIA ALIMENTAR E EXCESSO DE PESO Estes testes fornecem dados muito importantes para uma alimentação saudável, em que os alimentos permitidos sem restrições são completamente digeridos, não sendo armazenados sob a forma de gordura. Por isso, este teste pode ser muito útil em indivíduos com excesso de peso. O conhecimento de como o seu corpo assimila os alimentos que ingere, aliado aos conselhos sobre alimentação que um nutricionista lhe pode proporcionar, irá fornecer-lhe a possibilidade de praticar uma dieta equilibrada e adequada às necessidades do seu corpo, para que se sinta sempre saudável e pleno de energia. Consulte-nos e fique a saber como os nossos nutricionistas o podem ajudar a lidar com intolerâncias alimentares e a viver um estilo de vida saudável, através dos alimentos que ingere.

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Diagnóstico Pré-Natal

Diagnóstico Pré-Natal

O que é a Avaliação do Risco Fetal? A avaliação do risco fetal é um rastreio bioquímico de cálculo estatístico para determinar a probabilidade do feto apresentar Síndrome de Down (trissomia 21), Síndrome de Edwards (trissomia 18) ou Síndrome de Patau (trissomia 13), no primeiro e segundo trimestre de gravidez, e os defeitos do tubo neural (DTN) no segundo trimestre. Quais os fatores preponderantes? O risco calculado baseia-se na idade materna, idade gestacional, história clínica relevante e na medição de múltiplos marcadores bioquímicos utilizados no rastreio pré-natal: 1º Trimestre (PAPP-A e ß-HCG livre) e 2º Trimestre (AFP, ß-HCG e Estriol livre). Exame Ecográfico O exame ecográfico fornece dados fundamentais para a execução do diagnóstico pré-natal. Este deve ser entregue na realização da colheita de sangue para que o diagnóstico possa ser calculado com exatidão. O rastreio pré-natal é uma técnica não invasiva, com uma fiabilidade compreendida entre 90-97%, evitando o carácter invasivo de outros procedimentos. Em que altura se deve realizar o diagnóstico pré-natal? O diagnóstico pode ser realizado: 1º Trimestre - Entre a 11ª e a 13ª semana +/- 6 dias.2º Trimestre - Entre a 14ª e a 21ª semana de gestação. A mãe merece uma gravidez tranquila e segura. O seu bebé também. Venha falar connosco.

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VITAMINA D

VITAMINA D

O QUE É E PARA QUE SERVE A VITAMINA D? A Vitamina D é única entre as vitaminas, pois funciona como uma hormona (pró-hormona esteróide lipossolúvel). No entanto, ao contrário das outras vitaminas, que podemos encontrar nos alimentos, a vitamina D é também produzida pelo organismo. Pertence ao grupo das vitaminas lipossolúveis, isto é, são vitaminas solúveis em lípidos e não solúveis em água. Para serem absorvidas, é necessária a presença de lípidos, além de bílis e suco pancreático. Após a absorção intestinal, elas são transportadas através do sistema linfático até aos tecidos onde serão armazenadas. A vitamina D pode ser obtida através da forma exógena, na alimentação, ou da síntese endógena, a partir do colesterol, pela incidência de raios UVB do sol sobre a pele, quando o índice UVB é superior a 3. O QUE ORIGINA O DÉFICE DE VITAMINA D? A causa mais comum de deficiência de vitamina D é a exposição inadequada ao sol, que ocorre principalmente entre pessoas que não passam muito tempo ao ar livre: pessoas idosas e as que vivem em instituições, como um lar de idosos. A deficiência também pode ocorrer no inverno, em latitudes maiores a norte e a sul, ou em pessoas que deixam seus corpos cobertos, como mulheres muçulmanas e freiras. Uma vez que o leite materno contém apenas pequenas quantidades de vitamina D, bebés que não são expostos à luz solar suficiente correm risco de desenvolver deficiência e raquitismo. A deficiência de vitamina D ocorre geralmente em pessoas que não são expostas ao sol e/ou não consomem quantidades suficientes de vitamina D na sua dieta. Quando a pele é exposta à luz solar suficiente, o organismo geralmente forma vitamina D suficiente. No entanto, certas circunstâncias aumentam o risco de deficiência de vitamina D, mesmo quando há exposição à luz solar, nomeadamente: A pele forma menos vitamina D em resposta à luz solar em certos grupos de pessoas. Isso inclui pessoas com pele mais escura (em especial, negras), idosos e pessoas que usam protetor solar.O organismo pode não conseguir absorver vitamina D suficiente dos alimentos. Nos distúrbios de má absorção, as pessoas não conseguem absorver as gorduras normalmente. Elas também não conseguem absorver vitamina D, pois esta é uma vitamina lipossolúvel, a qual é normalmente absorvida juntamente com gorduras no intestino delgado. Uma menor quantidade de vitamina D pode ser absorvida pelo intestino com a idade.O organismo pode não conseguir converter a vitamina D para uma forma ativa. Certas doenças nos rins e no fígado e várias doenças hereditárias raras (tais como raquitismo hipofosfatémico) interferem nessa conversão, assim como certos medicamentos, como alguns anticonvulsivantes e rifampicina. OS BENEFÍCIOS DA VITAMINA D E AS CONSEQUÊNCIAS DE UM DÉFICE Os benefícios da vitamina D estão relacionados com a boa saúde dos ossos e dos dentes, com o aumento da força muscular e do equilíbrio, e com a diminuição do risco de doenças como cancro, a diabetes e a obesidade. Protege a saúde cardiovascular, é anti-infeciosa, tem ação neuroprotetora ao promover a maturação do sistema nervoso central, melhora o tónus muscular e o equilíbrio, reduz o risco de quedas, de défice cognitivo e de demência e tem ainda um efeito protetor na gravidez, nomeadamente um menor risco de eclâmpsia e de baixo peso do bebé ao nascimento. A carência de vitamina D leva a um maior risco de sofrer destes problemas de saúde. No entanto, a maior parte das pessoas com deficiência de vitamina D não apresentam queixas específicas, a não ser que essa deficiência seja muito acentuada. A vitamina D tem sido também associada ao tratamento da esclerose múltipla, dado que esta vitamina ajuda a regular o funcionamento das células imunitárias, tendo impacto ao nível da evolução da doença. A EXPOSIÇÃO SOLAR A exposição suficiente à luz solar pode ser difícil, especialmente porque a pele também precisa ser protegida dos danos causados pelo sol. A pele, após exposição à luz durante 15 a 20 minutos, em áreas limitadas, pode ter uma capacidade de produção de vitamina D suficiente para nós próprios. Não vai ser à custa de mais exposição à luz que ela vai produzir mais vitamina D. Aproveite os benefícios do sol mas sempre com cuidados: opte por ir à praia logo de manhã ou ao final da tarde, em que a intensidade de radiação UV é baixa a moderada. Estar ao ar livre promove a síntese da vitamina D no organismo, pois como a primeira fase deste processo é a exposição solar da pele, esta é essencial para que o cálcio dos alimentos que ingerimos chegue aos ossos. Como a intensidade de radiação UV depende da localização geográfica, entre outros fatores, a única forma de saber a intensidade UV prevista pode ser consultado nos sites de meteorologia e assim adequar a exposição solar na hora em que intensidade da radiação UV será mais moderada. AS FONTES ALIMENTARES Aliada à exposição solar, a ingestão de alimentos ricos em cálcio contribui igualmente para bons índices de vitamina D. O cálcio pode ser obtido a partir dos alimentos, pois está presente sobretudo nos peixes gordos, leite e derivados, ovos, iscas de fígado, cogumelos e leveduras. Em condições ideais de vida, entre 80 a 90% da vitamina D deveria provir da síntese cutânea e 10 a 20% da alimentação. No entanto, é difícil compensar com a alimentação as deficiências da produção cutânea de vitamina D, pelo que é muitas vezes necessário recorrer a suplementos de vitamina D. Existem 3 formas de obter vitamina D: alimentação, luz solar e suplementos. Se não recebe suficiente luz solar ou não passar tempo suficiente ao ar livre, precisa tomar suplementos, a fim de cobrir a escassez de vitamina D. Alimentos que contêm vitamina D são: salmão, atum, leite de soja, sumo de laranja, leite desnatado, cereais, ovos, queijo. Para quantidades habituais de ingestão, a quantidade de vitamina D é a seguinte: Salmão - 230 UI;Atum - 200 UI;Leite de soja - 100 UISumo de laranja - 100 UILeite desnatado - 98 UICereais - 40 UIOvos - 25 UIQueijo - 12 UI * UI = UNIDADE INTERNACIONAL = 0,025 MG A quantidade recomendada: Pessoas com menos de 70 anos de idade devem consumir 600 UI de vitamina por dia e pessoas com mais de 70 anos devem consumir 800 UI de vitamina D por dia. Para que a síntese de vitamina D se produza são necessários entre 15 a 30 minutos de exposição solar diária com uma radiação UVB de intensidade entre 4 a 5. No entanto, não se esqueça de que necessita também de ingerir alimentos ricos em cálcio para evitar o défice de vitamina D no organismo. Alimentos naturais raramente contêm vitamina D suficiente para compensar a falta de luz solar. Os suplementos de vitamina D são especialmente importantes para as pessoas em situação de risco (como as pessoas idosas, acamadas, ou que vivem em estabelecimentos de cuidados de longo prazo). Para prevenir a deficiência, os idosos devem tomar diariamente 800 UI de vitamina D através de suplementos. O TRATAMENTO DO DÉFICE Suplemento de vitamina DPor vezes, suplementos de cálcio e fosfato O tratamento da deficiência de vitamina D envolve a ingestão de altas doses de vitamina D diariamente, geralmente por via oral, durante pelo menos 1 a 2 meses. Se estiverem presentes espasmos musculares ou se houver suspeita de deficiência de cálcio, também são administrados suplementos de cálcio. Se houver deficiência de fosfato, são administrados suplementos de fosfato. Geralmente, este tratamento leva a uma recuperação completa. OS EFEITOS COLATERAIS DO EXCESSO DE VITAMINA D A vitamina D é extremamente importante para a saúde e desempenha papéis importantes na manutenção celular, particularmente do tecido ósseo. Porém, o seu excesso pode ser prejudicial. Por isso, conhecer os seus efeitos colaterais pode auxiliar no equilíbrio do consumo dessa substância no dia a dia. A maioria das pessoas não ingere as quantidades adequadas de vitamina D. Isso acaba por criar a necessidade de investir em suplementos para supri-la. Por outro lado, quem a consome em excesso pode ter uma intoxicação por vitamina D. A intoxicação ocorre quando os níveis sanguíneos aumentam acima de 150 mg/ml. Como a vitamina é armazenada na gordura corporal e libertada na corrente sanguínea, os efeitos da toxicidade podem durar vários meses. E isso pode acontecer mesmo depois de se pararem os suplementos. A toxicidade não é comum. Ela ocorre quase que exclusivamente em pessoas que tomam suplementos em altas doses a longo prazo, sem monitorizarem os níveis séricos. Se a ingestão for excessiva, o cálcio no sangue pode atingir níveis elevados, que podem causar sintomas como vómitos, náuseas, dor de estômago, fadiga, tonturas, confusão mental, sede excessiva e micção frequente. Embora muitos sintomas de excesso de vitamina D sejam atribuídos a altos níveis de cálcio no sangue, alguns investigadores sugerem que altas doses podem levar a níveis baixos de vitamina K2 no sangue. Uma das funções mais importantes da vitamina K2 é manter o cálcio nos ossos. Acredita-se que níveis muito elevados de vitamina D podem reduzir a atividade da vitamina K2. A ingestão excessiva de vitamina D pode resultar também em lesão renal, particularmente se o excesso de ingestão for prolongado.  Nestes casos, a maioria dos estudos relatou lesões renais moderadas a graves em pessoas que desenvolvem toxicidade de vitamina D.  É importante conhecer os efeitos colaterais do excesso desta vitamina. Por isso, o doseamento laboratorial da vitamina D ajuda a equilibrar o consumo vitamínico diário e também a regular a saúde no dia a dia. PARA UMA SAÚDE MELHOR, MONITORIZE A SUA VITAMINA D (25-HIDRÓXI-VITAMINA D) 1. A vitamina D está envolvida na absorção de cálcio, na função imunológica e particularmente no metablismo dos ossos. Está presente nos alimentos e é produzida pelo corpo quando a pele é exposta à luz solar. 2. Existem diversos alimentos ricos em vitamina D que ajudam as pessoas que não se expõem o suficiente ao sol para evitarem a sua deficiência. 3. A deficiência em vitamina D é muito comum. Estima-se que cerca de 1 bilião de pessoas não obtenha o aporte suficiente da vitamina D diariamente. 4. Verificou-se que a vitamina D3, um tipo de vitamina D, aumenta os níveis sanguíneos significativamente mais do que a vitamina D2. Estudos demonstraram que cada 100 UI adicional de vitamina D3 causará uma elevação dos níveis de vitamina D no sangue de 1mg/ml. 5. Também é possível consumir acidentalmente muita vitamina D, tomando suplementos que contenham quantidades maiores que as listadas no rótulo. Por outro lado, é impossível atingir níveis perigosos e elevados de vitamina D no sangue através apenas de dieta e da exposição ao sol. O DOSEAMENTO LABORATORIAL DA SUA VITAMINA D É FUNDAMENTAL PARA DIAGNOSTICAR UMA DEFICIÊNCIA OU TOXICIDADE!  CONSULTE O SEU MÉDICO ASSISTENTE!

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Genotipagem do HPV

Genotipagem do HPV

O cancro do colo do útero é o segundo tipo de cancro mais frequente na mulher em todo o mundo e é a doença mais relevante associada à infeção por HPV (Vírus do Papiloma Humano), especialmente quando não é detetado precocemente podendo evoluir para formas invasivas.  Existem diferentes tipos de HPV: O de baixo risco de desenvolver cancro e o de alto risco de desenvolver cancro, nomeadamente do colo do útero.  A maioria dos subtipos de baixo risco está associado a lesões benignas da orofaringe e da pele onde podem originar condilomas, verrugas ou “cravos”, podendo ser transmitido por contato íntimo de pele com pele. Os subtipos de alto risco são transmitidos através de relações sexuais e têm grande importância clínica. O HPV infecta homens e mulheres sexualmente ativos podendo causar lesões na região anogenital e colo do útero, sendo as infecções persistentes as que promovem o risco de desenvolvimento de cancro do colo do útero. Na realidade, aproximadamente 100% dos casos de cancro do colo do útero estão relacionados com infeção por HPV.  A evolução para cancro do colo do útero é muito lenta, geralmente, assintomática e por vezes de regressão espontânea. Como tal, o rastreio para a sua prevenção deve ser realizado com a segurança e rigor técnico que lhe são devidos. Na população sexualmente ativa, 50 a 80% dos indivíduos adquirem infeção por HPV nalguma altura da sua vida, apesar de, na grande maioria dos casos, não haver evolução para doença sintomática. REALIZE O EXAME DE GENOTIPAGEM DO HPV COM SEGURANÇA NO LABORATÓRIO ANATOMIK: 211 817 280211 366 309934 157 019geral@anatomik.ptwww.anatomik.pt

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Infeção Urinária

Infeção Urinária

O QUE É UMA INFECÇÃO URINÁRIA? A infeção das vias urinárias é uma das doenças, provocada por bactérias, mais frequentes na população em geral. Foi ao longo dos tempos causa de grande sofrimento e morbilidade até ao aparecimento dos antibióticos em meados do século passado. Afeta principalmente a bexiga (infeção urinária baixa ou cistite), mas também pode infetar o rim (infeção urinária alta ou pielonefrite), ou, no homem, a próstata (prostatite). Nas crianças até ao ano de idade incide por igual em ambos os sexos. Depois desta idade pode dizer-se que é uma doença predominantemente feminina. Fatores anatómicos, especialmente a distância entre a uretra e o ânus são considerados a razão principal deste facto. No homem após os 50 anos de idade, o normal aumento do volume da próstata, ao dificultar o esvaziamento total da bexiga, predispõe à infeção e a frequência aproxima-se da mulher. Cerca de 70% das mulheres tiveram, pelo menos um episódio de infeção urinária durante a sua vida, sendo que cerca de 20% têm mais do que um episódio por ano. Na maior parte dos casos são infeções da bexiga. QUAIS AS CAUSAS PRINCIPAIS? Em termos gerais, qualquer situação que aumente a probabilidade das bactérias entrarem na bexiga e aí se manterem, aumenta o risco de infeção urinária. Contundo, a introdução de bactérias na bexiga não leva inevitavelmente à infeção. O organismo humano possui mecanismos de defesa eficazes, sendo o mais importante e a primeira barreira de defesa a livre progressão de urina desde o rim até à bexiga e, ao urinar, o esvaziamento completo desta eliminando assim as bactérias. Numa 2ª barreira de defesa temos os glóbulos brancos e os anticorpos do organismo. Na quase totalidade dos casos as bactérias que provocam infeção urinária (IU) fazem o seguinte percurso: Intestino grosso (cólon), zona anal/vaginal, uretra, bexiga e eventualmente para a próstata ou o rim. Existem fatores no ser humano que tendem a facilitar a ocorrência de infeção urinária. São os chamados fatores de risco que na mulher são principalmente: Hereditariedade, isto é, mãe com história de IUVida sexual ativaUso de espermicidasPresença de uma gravidezDiabetesCálculos urinários (“pedras no rim”)AlgaliaçãoIncontinência e “bexiga descaída” No homem são principalmente: Aumento do volume da próstataCálculos urináriosAlgaliação A esmagadora maioria das infeções urinárias é causada pela bactéria Escherichia coli, vulgarmente chamado “colibacilo”. É uma bactéria abundante no intestino grosso, e algumas das estirpes com grande propensão para aderirem às paredes do aparelho urinário (fatores de agressividade/virulência). QUAIS SÃO OS SINTOMAS? Infeção da bexiga (cistite) – são geralmente de aparecimento súbito e sem febre, com queixas de ardor ao urinar, aumento da frequência e urgência, acompanhados de desconforto, ou dor na zona da bexiga, podendo haver ou não sangue na urina. Infeção do rim (pielonefrite) – aparecimento súbito com febre ligeira ou alta, com arrepios, náuseas e vómitos, acompanhada ou não de dor lombar. Podem estar presentes queixas de cistite. É uma situação grave que merece sempre atenção médica com eventual internamento hospitalar. Infeção da próstata (prostatite aguda bacteriana) – subitamente há ardor ao urinar, aumento da frequência e dor na região perianal. A febre e os arrepios estão geralmente presentes, associados a dificuldade em urinar. Por vezes aparece com uma intensidade mais ligeira com frequentes episódios de infeção da bexiga. Deve ser observado pelo urologista. Infeção assintomática (isto é, sem queixas e sinais que chamem a atenção para o aparelho urinário) – devem ser despistadas laboratorialmente com análise microbiológica da urina nas seguintes situações: GravidezDoente que vai ser sujeito a cirurgia urológicaDoente com glóbulos brancos baixosDoente idoso, diabético, sem queixas urinárias, mas com a diabetes descompensada e/ou alterações de comportamento  Na mulher jovem, que se apresenta apenas com queixas de ardor ao urinar, pode estar presente uma doença do foro ginecológico, como a infeção do colo do útero ou infeção vaginal. Daí que a avaliação médica e laboratorial seja fundamental para um correto diagnóstico e um tratamento adequado e eficaz. QUE TRATAMENTOS EXISTEM? O tratamento tem dois objetivos principais, o alívio das dores (com analgésicos) e a erradicação do microorganismo (com antibiótico). A escolha do antibiótico deve obedecer a vários critérios: o tipo de infeção, a sua localização, a idade e o género do doente, outras doenças que já existam, medicamentos que o doente esteja a tomar e, a identidade da bactéria e o estudo da sua sensibilidade a antibióticos adequados. Este último aspeto apenas é possível com uma análise laboratorial, designada por urina asséptica.

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VÍRUS DA GRIPE INFLUENZA

VÍRUS DA GRIPE INFLUENZA

O QUE É VÍRUS INFLUENZA? O vírus Influenza é uma partícula esférica com um diâmetro interno de aproximadamente 110nm e um núcleo central de 70nm. Apresenta um genoma constituído por Ácido Ribonucleico«ARN), o qual codifica, entre uma grande variedade de proteínas virais, a Hemaglutinina e a Neuraminidase. Existem três tipos de vírus Influenza – A, B e C. Apenas os vírus A e B causam doença com impacto significativo na saúde humana. A variabilidade das proteínas virais, Hemaglutinina (H) e Neuraminidase (N), no vírus da gripe A, está na base da sua classificação em diferentes subtipos. Atualmente conhecem-se 16 tipos diferentes de Hemaglutinina (H1-H16) e 9 de Neuraminidade (N1-N9). É a sua combinação que define o subtipo de vírus da gripe A expresso, o qual apresentará uma resposta epidemiológica e clínica específica (por exemplo H5N1). A variedade de estirpes do vírus Influenza é consequência da sua elevada taxa de mutação. O QUE É A GRIPE? A gripe é uma infeção respiratória aguda de curta duração. É causada pelo vírus Influenza, que ao entrar no corpo humano pelo nariz, multiplica-se, disseminando-se para a garganta e restantes vias respiratórias, incluindo os pulmões. Nem todas as pessoas infetadas com o vírus da gripe ficam doentes, mas naquelas em que isso acontece, os sintomas mais comuns incluem: febre, dores de cabeça, tosse seca, garganta irritada, congestão nasal e dores musculares. As crianças podem ter também náuseas, vómitos e diarreia, sintomas estes que são raros em adultos. Podem surgir complicações mais graves, como o desenvolvimento de bronquite e pneumonia. Em Portugal, a gripe é uma doença respiratória sazonal que afeta todos os invernos a população portuguesa, com especial importância nos grupos dos mais jovens, nos idosos e nos portadores de doenças crónicas, podendo originar complicações que conduzam ao internamento hospitalar. COMO SE TRANSMITE A GRIPE? A gripe transmite-se rapidamente, sobretudo em áreas com muitas pessoas (p. ex. escolas, lares e hospitais). Quando uma pessoa infetada tosse ou espirra, as gotículas que contem o vírus dispersam-se no ar e chegam às pessoas próximas que respiram essas gotículas. O vírus também pode ser transmitido por mãos contaminadas. LISTA DE POSSÍVEIS SINTOMAS Uma constipação e a gripe têm muito em comum, o que por vezes pode dificultar a sua diferenciação. Ambas são causadas por vírus que infetam as suas vias respiratórias. Ambas podem ter os mesmos sintomas, variando em ocorrência e intensidade. Felizmente, existem diferenças que podem ajudar a definir em qual das situações se encontra.  Essa informação irá ajudar o seu médico a estabelecer um diagnóstico e a definir a medicação necessária no tratamento dos sintomas. SINTOMASGRIPECONSTIPAÇÃODIARREIA / VÓMITOSRaroNuncaFADIGAModerada a SeveraLeveFEBRE E ARREPIOSComumRaroTOSSETosse secaTosse com MucoGARGANTA INFLAMADAComumComumESPIRROSComumComumNARIZ ENTUPIDORaramenteComumCORRIMENTO NASALComumComumDORES ARTICULARES E MUSCULARESDores fortesDores levesDESCONFORTO PEITORALE DIFIC, RESPIRATÓRIASModerado a SeveroLeve a ModeradoCEFALEIAS (Dores de cabeça)ComumRaro DIAGNÓSTICO O diagnóstico definitivo de gripe baseia-se no isolamento do vírus e na identificação do genoma viral. Os testes de diagnóstico de gripe podem ser realizados através da análise de secreções respiratórias da garganta ou nariz, ou do sangue. As amostras devem ser recolhidas nos primeiros 4-5 dias da doença após o aparecimento dos primeiros sintomas. COMO PREVENIR A GRIPE? A forma mais eficaz de prevenir a doença é pela vacinação. A OMS recomenda a vacinação anual para: mulheres grávidas, crianças entre 6 meses e 5 anos, pessoas com doenças crónicas (diabetes, HIV, doença cardíaca, asma, doença pulmonar obstrutiva crónica - DPOC), idosos acima dos 65 anos e nos trabalhadores da área da saúde.

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GRUPO CLARA SAÚDE ASSINA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM O INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL

GRUPO CLARA SAÚDE ASSINA PROTOCOLO DE COLABORAÇÃO COM O INSTITUTO POLITÉCNICO DE SETÚBAL

O Grupo Clara Saúde, no âmbito da sua política social de proximidade com a população, assinou recentemente com o Instituto Politécnico de Setúbal um protocolo de colaboração que visa fornecer benefícios em todas as unidades do Grupo a funcionários, alunos, diplomados e seus familiares.Fortemente implantado nesta área geográfica, onde oferece serviços de excelência em consultas das mais variadas especialidades médicas, incluindo medicina dentária, análises clínicas, exames imagiológicos (de radiologia) e exames de anatomia patológica, o Grupo Clara Saúde disponibiliza a todos os beneficiários acima referidos descontos em todas as suas áreas de atuação.É de realçar que o Instituto Politécnico de Setúbal integra anualmente mais de 5000 alunos e forma cerca de 1000 licenciados. Se somarmos a estes beneficiários os funcionários do Instituto, bem como os seus familiares, será fácil concluir que milhares de pessoas possam beneficiar deste protocolo. Como sempre, todo o Grupo Clara Saúde estará muito empenhado em corresponder às expectativas criadas e à altura deste desafio, contribuindo assim para o sucesso deste protocolo.

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PROGRAMA DE ESTÁGIOS EM PARCERIA PROTOCOLAR COM A ESTeSL - ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DA SAÚDE DE LISBOA

PROGRAMA DE ESTÁGIOS EM PARCERIA PROTOCOLAR COM A ESTeSL - ESCOLA SUPERIOR DE TECNOLOGIA DA SAÚDE DE LISBOA

No mês de Fevereiro de 2017, os Laboratórios Labocentro e Anatomik arrancam com o programa de estágios em parceria protocolar com a ESTeSL – Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa.A integração de estagiários no âmbito das Análises Clínicas e da Anatomia Patológica, contempla o desenvolvimento de um projeto de investigação individual, em contexto laboratorial, pois propicia aos estudantes experiência prática e capacitação técnica, e ao laboratório possíveis melhorias em processos que poderão ser futuramente implementados.

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GRUPO CLARA SAÚDE CELEBRA ACORDO COM SAMS QUADROS

GRUPO CLARA SAÚDE CELEBRA ACORDO COM SAMS QUADROS

O grupo Clara Saúde tem o prazer de anunciar que celebrou acordo com o SAMS/QUADROS, disponibilizando todas as suas valências clínicas e de diagnóstico aos beneficiários desta entidade.

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Artigo em EXPRESSO ONLINE - Elvira Fortunato, investigadora e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa

Artigo em EXPRESSO ONLINE - Elvira Fortunato, investigadora e professora catedrática da Universidade Nova de Lisboa

Elvira Fortunato ganhou a maior bolsa avançada (advanced grant) de sempre atribuída a Portugal pelo Conselho Europeu de Investigação (ERC), no valor de 3,5 milhões de euros. Vai financiar o projeto DIGISMART, que pretende revolucionar a forma como se fabricam circuitos integrados e dispositivos eletrónicos sem recurso ao silício, explorando materiais e tecnologias amigas do ambiente. A cientista, que dirige o Laboratório Associado CENIMAT/i3N na Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa, está preocupada com as restrições legais impostas desde janeiro aos centros de investigação públicos, que podem comprometer o uso da bolsa milionária europeia.  Em que projetos vai ser usada a bolsa do Conselho Europeu de Investigação? Vou ver-me aflita para gastar os 3,5 milhões de euros em cinco anos, porque há um problema nacional gravíssimo desde 1 de janeiro de 2018 para todos os centros de investigação públicos, devido à revisão do Código dos Contratos Públicos (CCP) promovida pelo Ministério do Planeamento. O que aconteceu? O CCP alterou profundamente os limites do que podemos gastar no nosso laboratório, o CENIMAT/i3N, porque há agora um teto máximo de despesa de 75 mil euros por fornecedor, quando antes era por produto. Esta restrição condiciona muito as aquisições dos centros de investigação em todo o país, o que está a causar imensos problemas e a tirar competitividade europeia à ciência portuguesa feita a nível público. Há até instituições públicas que estão a perder cientistas para instituições privadas nacionais como a Fundação Champalimaud ou o Instituto Gulbenkian de Ciência porque estes não estão, obviamente, sujeitos às mesmas regras. As mudanças estão ligadas ao Orçamento do Estado? No caso do CENIMAT/i3N não estão, porque os 3,5 milhões de euros não vêm do OE, é dinheiro extra. O meu problema não é pedir dinheiro ao Estado, mas deixarem-me aplicar em projetos o dinheiro que ganhei da Comissão Europeia. E se os 3,5 milhões de euros não forem usados voltam para trás, para o Conselho Europeu de Investigação, o que é um problema medonho. Como é que se pode evitar que isso aconteça? Quando Mariano Gago era ministro da Ciência, em 2009, houve um regime de exceção que permitia a todas as despesas relacionadas com investigação e desenvolvimento (I&D) estarem dispensadas destes procedimentos complexos do CCP. Entretanto, o país entrou em crise e com a vinda da troika os centros de I&D públicos perderam o regime de exceção, o que foi uma dor de cabeça para todos. Já estava a decorrer a aplicação dos 2,5 milhões de euros da minha primeira bolsa avançada do Conselho Europeu de Investigação (ERC), que ganhei em 2008, e tive de pedir a Bruxelas a extensão da bolsa de cinco para seis anos para conseguir usar todo o dinheiro. Mas a troika foi-se embora. Só que nada mudou e a revisão de 1 de janeiro de 2018 do CCP tornou tudo pior. Agora os centros de I&D não conseguem executar verbas, mesmo quando não vêm do Orçamento do Estado mas de financiamentos competitivos europeus, de empresas e de instituições privadas. Ou seja, todo o dinheiro que entra nos centros está sujeito ao mesmo tratamento como se fosse do Estado. O Código deve ser simplificado em prol da investigação científica, ter menos burocracia, mais flexibilidade e rapidez, porque tal como está põe centros de I&D em risco de fechar. O ministro da Ciência, Manuel Heitor, é sensível a este problema e espero que o CCP mude. Com a bolsa ERC ganha em 2008 o seu centro de investigação comprou um microscópio eletrónico de um milhão de euros. A nova bolsa vai permitir comprar novos equipamentos? Vamos instalar um novo laboratório no CENIMAT/i3N que seja uma referência internacional, e queremos comprar um microscópio eletrónico de transmissão e varrimento mais poderoso, que custa mais de um milhão de euros e vai permitir a nanocaraterização avançada, isto é, caracterizar à nanoescala materiais e dispositivos eletrónicos. A nova bolsa não é suficiente, porque os 3,5 milhões de euros servem para pagar todo o laboratório. Por isso vamos recorrer ao financiamento de outros projetos. O que representa esta bolsa? É um grande orgulho para mim, é a maior bolsa avançada de sempre do ERC atribuída a Portugal e o valor máximo que um cientista europeu pode ter. Tive oito avaliadores do painel de engenharia do ERC, onde só 15 bolsas foram aprovadas. Em todas as áreas do conhecimento, foram aprovadas 269. Há ligação entre os projetos das bolsas de 2008 e 2018? Os materiais usados são os mesmos — óxidos metálicos — mas processados de outra forma. Os óxidos metálicos como o zinco, o estanho, o magnésio, o crómio ou o tungsténio reagem a estímulos elétricos, magnéticos e óticos diferentes. Com o projeto que ganhou a nova bolsa queremos ter o mesmo dispositivo eletrónico a desempenhar várias funções e a receber os três estímulos. Não estamos a descobrir novas propriedades mas a explorá-las e a integrá-las, a passar do circuito integrado para a função integrada, onde os dispositivos estão ligados. E podemos usar os óxidos não apenas sozinhos mas combinados na forma de filmes ou de nanopartículas, isto é, trabalhados a várias dimensões. E ainda termos novas funções. Algumas já sabemos quais são, mas outras só iremos conhecer com o desenrolar do projeto. Por exemplo, um transístor poderá simultaneamente funcionar como uma bateria ou uma memória. E não é só fazer isto e ver se funciona, mas otimizar o seu desempenho. Qual é a grande inovação? É explorarmos funções integradas na conceção e fabrico de dispositivos eletrónicos, isto é, concebermos um dispositivo com várias funções. Vamos usar plataformas digitais — impressoras a jato de tinta e 3D, etc. — para processar materiais com custos muito mais reduzidos, porque são sustentáveis e existem em abundância na Natureza, como o óxido de zinco, e porque os aplicamos em quantidades muito pequenas através da nanotecnologia, somente com espessuras de dezenas de nanómetros (um nanómetro é igual a um milímetro a dividir por um milhão). Que resultados espera alcançar quando a bolsa do ERC terminar dentro de cinco anos? Espero ter estes dispositivos a funcionar a 100%, de modo a serem aplicados na indústria eletrónica de baixo custo onde está, por exemplo, a Internet das Coisas. E há outras aplicações? Há na eletrónica flexível, que se adapta ao corpo como se fosse uma pele eletrónica, coisas muito mais leves e conformáveis em que o substrato não é plano, como papel ou plástico. Nos têxteis estamos a falar de sensores na roupa para darem informações sobre um paciente; na energia, em células solares flexíveis depositadas num polímero (material plástico), em painéis solares fotovoltaicos que se enrolam e guardam num tubo; na medicina, em biosensores sem fios a comunicar em wireless que controlam a pressão arterial, o nível de glucose e outros indicadores do corpo humano, ou aplicam fármacos e vacinas. Foi pioneira mundial na eletrónica de papel (transístores, memórias, baterias, ecrãs, antenas, células solares). Que novidades há nesta área? O CENIMAT/i3N tem uma ligação forte com a Imprensa Nacional-Casa da Moeda e vamos fazer a apresentação pública a 20 de abril em Lisboa de um Laboratório Colaborativo (que junta centros de investigação, ensino superior, empresas e instituições). Chama-se Almascience, é liderado pela Imprensa Nacional e pretende desenvolver a aplicação do papel nas áreas da eletrónica, saúde, embalagens e energia. Temos também o projeto Papel Secreto, para a criação de condições de segurança em documentos importantes como passaportes ou escrituras, onde estamos a desenvolver a eletrónica de papel. E há ainda um projeto na área dos nanomarcadores (à escala do nanómetro) de segurança para selos usados nos produtos de consumo suscetíveis de falsificação. Há uma forte ligação às empresas? Sim, há cada vez mais solicitações da indústria na investigação e prestação de serviços. Esta ligação vai ser agora corporizada com o Almascience, que envolve a Universidade Nova de Lisboa, Câmara de Almada, The Navigator Company (Portucel), Labocentro (para testes de diagnóstico em papel) e Imprensa Nacional. por Virgílio Azevedo e António Pedro Ferreira in EXPRESSO ONLINE, 15 de Abril de 2018

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2019 iniciou-se com as obras de renovação da nossa clínica de Imagiologia CMB (Clínica Médica do Bairro) na Cova da Piedade, em Almada.

2019 iniciou-se com as obras de renovação da nossa clínica de Imagiologia CMB (Clínica Médica do Bairro) na Cova da Piedade, em Almada.

No âmbito da passagem da área das Análises Clínicas para o laboratório Labocentro, também pertencente ao grupo Clara Saúde, a Clínica Médica do Bairro (CMB) foi alvo de um rápido processo de remodelação exterior e interior, modernizando as instalações de acordo com as suas novas valências.Não tendo encerrado portas durante a renovação, a CMB assinalou a sua reabertura com acções promocionais entre os dias 4 e 8 de Fevereiro, oferecendo por entre a população local, rastreios de colesterol e glicémia, electrocardiogramas e descontos em vários serviços.

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Maio, Mês do Coração - Rastreio Cardiovascular Gratuito

Maio, Mês do Coração - Rastreio Cardiovascular Gratuito

Durante o mês de Maio de 2018, o grupo Clara Saúde, representado pelos laboratórios Labocentro, Bioanálise e Cristilab, promove uma campanha de rastreios gratuitos de colesterol e triglicéridos para a população dos concelhos de Almada e Seixal.O objectivo desta campanha é o de sensibilizar a população da Margem Sul do rio Tejo, para a prevenção e monitorização das doenças cardiovasculares, sendo estas uma das principais causas de mortalidade em Portugal.

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Grupo Clara Saúde apresenta o seu spot televisivo entre 20 e 24 de Maio na RTP 3

Grupo Clara Saúde apresenta o seu spot televisivo entre 20 e 24 de Maio na RTP 3

O grupo Clara Saúde estará representado através de um spot televisivo de 1 minuto, na RTP 3, durante os dias 20, 21, 22, 23 e 24 Maio de 2019, entre as 21:00 e as 21:40, marcando o início de uma campanha publicitária que utilizará os meios de comunicação social e as redes sociais, e que aproximará o grupo e os seus serviços das percepções do mercado nacional e internacional.

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O laboratório Vidal Marques em Sesimbra irá mudar de instalações no início do mês de Junho de 2019, sempre a pensar em si.

O laboratório Vidal Marques em Sesimbra irá mudar de instalações no início do mês de Junho de 2019, sempre a pensar em si.

Procurando seguir a corrente de remodelações urbanas decorrentes na baixa de Sesimbra, assim como no seguimento do melhoramento constante dos recursos e serviços do grupo Clara Saúde, as instalações do laboratório Vidal Marques irão sair da morada onde têm permanecido nas últimas décadas (Rua da República), passando a estar ao seu dispor 100 metros mais acima, no Largo António Batista nº 7, em frente à famosa croissanteria "O Melhor Croissant da Minha Rua".

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"Nova" Clínica da Encarnação

"Nova" Clínica da Encarnação

A NOSSA PRIMEIRA “OBRA” DE 2020 A nossa Policlínica da Encarnação mudou de morada e imagem. Esta mudança é o reflexo da aposta do Grupo Clara Saúde, em estar cada vez mais próximo de todos, dando a melhor resposta aos cuidados de saúde de todos os que nos procuram,  envolvendo-os num ambiente cómodo e personalizado.

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Máscaras made by Clara Saúde

Máscaras made by Clara Saúde

Uma equipa da Clara Saúde (Carla Soares e Áurea Coelho) está a produzir máscaras. É nestas atitudes que se vê a irreverência e coragem das nossas pessoas. Não baixar os braços e não sucumbir ao medo (com algum humor, até). Parabéns aos nossos (super)profissionais. Para elas e para quem as está a ajudar um abraço envolvente. Carlos Clara

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Rastreio Bombeiros Voluntários da Moita

Rastreio Bombeiros Voluntários da Moita

No âmbito da estratégia de rastreios/triagens em zonas referenciadas, o Grupo Clara Saúde realizou no passado dia 15/04/2020  mais uma acção, desta vez nos Bombeiros Voluntários da Moita. Nunca é demais agradecer a dedicação e energia demonstradas pelas nossas equipas na luta contra esta pandemia. 

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Rastreio Alentejo

Rastreio Alentejo

No dia 4 de Abril de 2020 o nosso Laboratório do Alentejo iniciou a sua viagem com a primeira paragem em Monforte, passando em São Lourenço, Solar do Poço Coberto, Urra e Ribeira de Nisa, terminando em Castelo de Vide. Esta iniciativa tem sido muito bem acolhida por toda a população e pretendemos realizar o maior número de testes.

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Entrevista a revista Pontos de Vista do Público

Entrevista a revista Pontos de Vista do Público

SEMPRE PREPARADOS PARA FAZEREM O MELHOR QUE SABEM. Entrevistámos Carlos Clara, CEO e Médico do Grupo Clara Saúde, um grupo com uma equipa especializada nas diferentes áreas e com suporte tecnológico de ponta, com objetivos de melhoria contínua e que oferece um conjunto de serviços disponíveis na esfera de conforto do utente.

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Entrega de EPI's no Hospital Garcia de Orta

Entrega de EPI's no Hospital Garcia de Orta

No dia 07 de Maio estivemos no Hospital Garcia de Orta para entrega de EPI's. Fomos recebidos com carinho e com grande agradecimento pela ajuda que levámos. Sabemos que as necessidades são maiores do que as ajudas que podemos oferecer, mas foi esta a forma de agradecer a todos os profissionais de saúde que estão na linha da frente.

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Entrega de EPI's no Centro Hospitalar Barreiro Montijo

Entrega de EPI's no Centro Hospitalar Barreiro Montijo

Sim, nós quisemos ajudar o Centro Hospitalar Barreiro Montijo e realizámos mais uma acção de solidariedade com a entrega de EPI´s. Agradecemos ao Dr. Pedro Nuno, Presidente do Conselho de Administração, ao Dr. João Pedro dos Santos, Vogal do Conselho de Administração, á Dra. Sónia Bastos, Vogal do Conselho de Administração e á Dra. Ana Teresa Nobre, Directora Clínica pela forma como nos receberam, demonstrando o agradecimento desta nossa acção.  

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Entrega de EPI's no Centro Hospitalar de Setúbal

Entrega de EPI's no Centro Hospitalar de Setúbal

No passado dia 11 de Maio o Grupo Clara Saúde esteve presente no Centro Hospitalar de Setúbal para mais uma acção de solidariedade. Esta acção foi recebida com grande agradecimento por parte de todos os profissionais de sáude. 

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TESTE DE IMUNIDADE

TESTE DE IMUNIDADE

O que é a Imunidade? O sistema imunitário do hospedeiro reage às infeções através da produção e anticorpos específicos contra a mesma.  Quais são os Anticorpos contra o SARS CoV-2? Quando uma pessoa contata com o vírus do SARS CoV-2 desenvolve imunoglobulinas (anticorpos) do tipo IgG e IgM contra o vírus SARS CoV-2.  Tive COVID, que anticorpos devo fazer? O anticorpo Anti-IgG da Nucleocápside do SARS CoV-2 (reflete a infeção natural) e o anticorpo Anti-IgM do SARS CoV-2 infeção recente.  Fui vacinado, que anticorpos devo fazer? O Anticorpo Anti-IgG da Spike do SARS CoV-2. Este anticorpo indica qual o grau de imunidade adquirida por vacinação contra o Vírus do SARS CoV-2.

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A nossa clínica CERAQUE tem uma nova imagem, mas continuamos com o sorriso de sempre para o receber!

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    João Simões
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    Ana Lopes
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